quinta-feira, 10 de março de 2005

Isto é história

No primeiro dia de aulas numa escola secundária dos E.U.A. professora apresenta aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, do Japão.
A aula começa e a professora pergunta: "Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse : 'Dê-me a liberdade ou a morte'?"
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: "Patrick Henry em 1775 em Filadélfia".
- Muito bem, Suzuki. E quem disse : "O estado é o povo , e o povo não pode afundar-se"?
Suzuki levanta-se : "Abraham Lincoln em 1863 em Washington".
A professora olha os alunos e diz:
- Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!
Então ouve-se uma voz, baixinha, lá ao fundo: "Vai levar no cu, japonês de merda!"
- Quem foi? - grita a professora.
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde: General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982 na Assembleia Geral da Chrysler".
A turma fica supersilenciosa, apenas se ouve ao fundo da sala: "Acho que vou vomitar".
A professora grita:
- Quem foi??!!!
E Suzuki responde:
- George Bush senior ao primeiro-ministro Tanaka durante um almoço em Tóquio em 1991".
Um dos alunos levanta-se e grita: "Chupa-me o coiso!"
E a professora irritada:
- Acabou-se!!! Quem foi agora???
E Suzuki sem hesitações:
- Bill Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca em Washington, em 1997.
Levanta-se outro aluno e grita:
- Suzuki é um pedaço de merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi no Grande Prémio de Moto no Rio de Janeiro em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia , a porta abre-se, e entra o director:
- Que grande merda! Nunca vi uma confusão destas!
Suzuki:
- Jorge Sampaio ao Santana Lopes, na apresentação do orçamento de estado, em Lisboa, em 2004.
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quinta-feira, 3 de março de 2005

Merdalhetes e merdalhitos

Já não há pachorra pra tanta merdalhice. Desculpem lá mas é mesmo assim: Merdalhice é a única palavra que serve para definir o que vai passando em programas de humor (?) da Sic e da TVI. Como se ainda não bastasse um programa que já deveria ter sido re-baptizado de "As carcaças do Riso", de tal maneira mete nojo o recurso a anedotas que já estavam gastas quando o meu avozinho deu a primeira, que naquele tempo se deveria escrever com p-h, ainda por cima nos espetam com "Comportamento Zero" e "Os Batanitos". Assim é fácil, extremamente fácil, fazer televisão. Pega-se em meia dúzia de putos, todos eles de certeza ali da zona de Belém/Restelo, ensina-se-lhe meia dúzia de tiques que os padrinhos aprenderam a "representar" nas novelas portuguesas, e já está produzida meia dúzia de "batanitos" e "comportamentos" pró pagode se rir. E tá fêto!
E a malta ri-se. E gosta! O triste é que no dia seguinte, lá no local de trabalho, vou ouvir as anedotas recicladas n'"Os Malucos do Riso", vou ter de aturar o que uma bètinha disse ao professor no "Comportamento Zero", e vou passar por mentecapto porque não entendi a piada não sei quantos d'"Os Batanitos".
E para onde quer que me vire, toda a gente viu e gostou... Começo a pensar se não serei eu o anormal.