quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Se alguém se lembra levante o braço

Duvido que alguém se possa gabar de não haver uma única música que o faça, pelo menos, esboçar um sorriso de saudade.
Para mim há uma quantas que me provocam emoções completamente diferentes, mas não contraditórias. Continuo a arrepiar-me de cada vez que ouço o "Grândola", quase que me enraiveço por a vida não se repetir de cada vez que me chega aos ouvidos o "Verão Azul"...
E há sempre, mas sempre, uma música especial que continua a ser especial por mais que os anos passem. Não sei a razão mas sempre achei "sugar baby love" especial; talvez por me relembrar a adolescência, a turma do liceu, o dia seguinte quando se chegava à primeira aula: ouviste ontem os discos pedidos do rádio clube? passaram os rubettes e o cat stevens!
Talvez o melhor seja mesmo nem tentar encontrar uma razão.
Sei que os que escolhi parecem hoje um bocadinho foleirotes, encenadinhos demais; mas liguem lá a mtv: passam horas e horas a ver tipas todas do mesmo género, lábio pintado de dourado, cabelo escorrido, cantando o mesmo tipo de música e todas elas com um annnhhhhh no refrão tipo ajudem-me-que-tenho-prisão-de-ventre.
Coragem e carreguem no botão (vá lá, aprendi hoje a pôr vídeos nisto).

terça-feira, 18 de setembro de 2007

É o destino...

Por que raios mais carga de agúa mais o raio que o parta é que as canecas que a gente põe no micro-ondas, quando o leite já está quente ficam sempre com a asa para o outro lado?

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Quem é quem?


Tanto se me dá que a federação da bola cá do burgo ou a UEFA passem a mão no pêlo do seleccionador nacional, como o agraciem pela defesa do bom nome da sua família, que isto de ser figura pública com a camisola de milionário tem muito que se lhe diga. Sei lá se o sérvio lhe chamou filho da padeira de aljubarrota ou da outra. Também não passou, no meu conceito, de bestial a besta; isso é bom para os fazedores de deuses, vulgo imprensa, e para os bajuladores que num domingo tanto vêem num indíviduo o salvador da pátria como noventa minutos depois o promovem a filho de pai incógnito, com fartas referências ao local de trabalho da mãe, normalmente remetida para a recta de Pegões.

Para mim, Scolari procedeu mal porque figura de referência (e não o deus que me querem vender); procedeu mal porque afinal de contas é humano, apesar de vendido como ídolo - e bem frágeis são os pés destes, muito mais que os dos humanos.

Mas mais grave que o comportamento de Scolari, e a isso não encontrei ainda reacções, é o comportamento dum Presidente da República que "fica triste com a atitude do seleccionador nacional" mas que assobia para o lado quando milhares de licenciados têm de se desenrascar a fazer promoções de iogurtes no modelo, um presidente que apela à formação quando indivíduos que pagaram uma boa pipa de massa e parte dos meus impostos para se formarem têm agora de andar de porta em porta a perguntar se esta semana recebi " a dica do lidl".

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

A Oeste nada de novo.


Não tenho andado com vontadinha nenhuma de escrever seja o que seja.

Tal é a neura que o contador já foi pelos dez mil, o blog fez três anos no passado dia 24 e nem isso me tirou da preguiça.

Nadinha se alterou: a água do lago do jardim continua a cheirar mal; o relógio da piscina, em fim de 2ª época da nova era, continua à espera de pilhas; e a "galgabilidade" do separador da antónio sardinha continua como o ponto G: serve para grandes conferências, uns dizem que sabem tudo, outros que não existe, mas ninguém consegue explicar o que quer que seja.

A Oeste nada de novo. Nem a Norte, nem a Sul, nem a Leste.

Nem aqui tampouco.