terça-feira, 23 de agosto de 2005

Há moiro na costa!!!

Foi com agrado que recebi a notícia da chegada à blogosfera do meu amigo Abade Anacleto em http://www.paxintratibus.blogspot.com . Inaugurado oficialmente, o "blog" promete e desenganem-se aqueles que esperam mais um nado morto (agora vê lá se me deixas ficar mal na fotografia).
Versado em várias áreas (isto tá-me a cheirar a mofo...) o Abade Anacleto nada fica a dever à história com h (agá grande), nutrindo (tchiiiii) pelo nosso Alentejo aquilo que a este é devido (porra, o raio da conversa tresanda mesmo a mofo). Tá-se mesmo a ver por que é que o "blog" dele tem como título uma latinada (de latim, não é de latir, gaita!) que é coisa fina e o meu tem o nome que se vê...
Irmão, sucesso e boas nesta coisa das internetes. Aquele abraço!

sábado, 2 de julho de 2005

Chega de CACIQUISMO

Cada vez tenho menos dúvidas de que vivo num feudo, sendo seu(s) senhor(es) todo-poderoso(s) a C. M. de Beja e/ou o Governo Civil.
A coberto da "cultura" ( nem me interessa saber em que comemoração o evento se integrava) tive de gramar pela noite dentro (até bem perto das duas da manhã de sexta-feira) os grunhidos de vários "rockers" que me entravam pela casa dentro, a partir da Casa da Cultura...
Pior que estragado, pela meia-noite e meia telefonei para a P.S.P. reclamando que alguém fizesse cumprir o meu direito ao descanso, pois que trabalho também à sexta, sendo informado que "a coisa estava superiormente autorizada".
Conclusão:
- A Câmara Municipal de Beja e/ou o Governo Civil autorizam os habitantes de Beja que trabalham todos os dias a gramar pela noite dentro a algazarra de alguns.
- As Forças Policias que deveriam atender ao nosso apelo, estão amarradas de pés e mãos, condenadas que foram a apenas poder passar multas de estacionamento.
A FALTA DE VERGONHA CHEGA AO PONTO DE SE AUTORIZAR SEMELHANTE ABERRAÇÃO A MENOS DE 100 METROS DA BUGANVÍLIA, UM CENTRO DE ACOLHIMENTO A CRIANÇAS DE RISCO (ALGUMAS DELAS EM FASE DE ALEITAÇÃO!)

Daqui lanço um apelo: quem se sentir com coragem para parcipar (mas para participar mesmo) que avise e mande numero de contacto para: celtiberix@yahoo.com.br a fim de se promover um concerto de bombos (a partir da meia-noite e meia) frente à residência do presidente da câmara e/ou governador civil.

segunda-feira, 9 de maio de 2005

Estou de acordo

TEORIA INTERESSANTÍSSIMA

Quando uma manada de búfalos é caçada, só os búfalos mais fracos e lentos, em geral doentes,
que estão atrás da manada, é que são mortos primeiro.

Esta seleção natural é boa para a manada como um todo, porque aumenta a sua velocidade média e a saúde da mesma pela morte regular dos seus membros mais fracos.

De forma parecida opera o cérebro humano: beber álcool em excesso, como nós sabemos, mata neurónios, mas, naturalmente, ele ataca os neurónios mais fracos e lentos primeiro. Neste caso, o consumo regular de cerveja, bagaço, whisky, vinho, rum, vodka,... elimina os neurónios mais lentos, tornando o seu cérebro uma máquina mais rápida e eficiente...

E ainda, 23% dos acidentes de trânsito são provocados pelo consumo excessivo de álcool, isto significa que 77% dos acidentes são causados pelos filhos da puta que bebem água, sumos ou refrigerantes. Seja esperto!!!!

JÁ P'RÓ BAR!!!

Recebido por mail do meu amigo Abade Anacleto
VOLTEEEEEIIIIII !!!

quinta-feira, 10 de março de 2005

Isto é história

No primeiro dia de aulas numa escola secundária dos E.U.A. professora apresenta aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, do Japão.
A aula começa e a professora pergunta: "Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse : 'Dê-me a liberdade ou a morte'?"
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: "Patrick Henry em 1775 em Filadélfia".
- Muito bem, Suzuki. E quem disse : "O estado é o povo , e o povo não pode afundar-se"?
Suzuki levanta-se : "Abraham Lincoln em 1863 em Washington".
A professora olha os alunos e diz:
- Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!
Então ouve-se uma voz, baixinha, lá ao fundo: "Vai levar no cu, japonês de merda!"
- Quem foi? - grita a professora.
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde: General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982 na Assembleia Geral da Chrysler".
A turma fica supersilenciosa, apenas se ouve ao fundo da sala: "Acho que vou vomitar".
A professora grita:
- Quem foi??!!!
E Suzuki responde:
- George Bush senior ao primeiro-ministro Tanaka durante um almoço em Tóquio em 1991".
Um dos alunos levanta-se e grita: "Chupa-me o coiso!"
E a professora irritada:
- Acabou-se!!! Quem foi agora???
E Suzuki sem hesitações:
- Bill Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca em Washington, em 1997.
Levanta-se outro aluno e grita:
- Suzuki é um pedaço de merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi no Grande Prémio de Moto no Rio de Janeiro em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia , a porta abre-se, e entra o director:
- Que grande merda! Nunca vi uma confusão destas!
Suzuki:
- Jorge Sampaio ao Santana Lopes, na apresentação do orçamento de estado, em Lisboa, em 2004.
Recebida por e-mail

quinta-feira, 3 de março de 2005

Merdalhetes e merdalhitos

Já não há pachorra pra tanta merdalhice. Desculpem lá mas é mesmo assim: Merdalhice é a única palavra que serve para definir o que vai passando em programas de humor (?) da Sic e da TVI. Como se ainda não bastasse um programa que já deveria ter sido re-baptizado de "As carcaças do Riso", de tal maneira mete nojo o recurso a anedotas que já estavam gastas quando o meu avozinho deu a primeira, que naquele tempo se deveria escrever com p-h, ainda por cima nos espetam com "Comportamento Zero" e "Os Batanitos". Assim é fácil, extremamente fácil, fazer televisão. Pega-se em meia dúzia de putos, todos eles de certeza ali da zona de Belém/Restelo, ensina-se-lhe meia dúzia de tiques que os padrinhos aprenderam a "representar" nas novelas portuguesas, e já está produzida meia dúzia de "batanitos" e "comportamentos" pró pagode se rir. E tá fêto!
E a malta ri-se. E gosta! O triste é que no dia seguinte, lá no local de trabalho, vou ouvir as anedotas recicladas n'"Os Malucos do Riso", vou ter de aturar o que uma bètinha disse ao professor no "Comportamento Zero", e vou passar por mentecapto porque não entendi a piada não sei quantos d'"Os Batanitos".
E para onde quer que me vire, toda a gente viu e gostou... Começo a pensar se não serei eu o anormal.

sábado, 12 de fevereiro de 2005

A coisa tá preta e não tenho tido tempo

Finalmente tive algum tempo pra vir aqui e andei charafuscando no que para aqui escrevi, e no que os outros escreveram.
E só ao mudar o "template" (esta do templeite é mais uma daquelas de me rebolar a rir: templeite. Tempcafé, tempgasosa, tempgaita!) é que o contador de comentários "postados" se acertou, problema para o qual o amigo HdP já me tinha alertado.
Ao mesmo tempo reparei que um amigo anónimo se queixava que o seu comentário não aparece. Passo às explicações:
1 - O mesmo já me tem acontecido noutros "blogs" e acredito sinceramente que a culpa não é dos seus criadores; algo se passa às vezes com os servidores. O mesmo problema já se me deparou neste "blog", situação em que tive de reescrever completamente o que já cá tinha posto, pois o primeiro envio ficou a meio ou foi parar à p*** que o p****, sei lá se o FBI ou o SIS não têm mais nada pra fazer do que perseguir quem ginastica os dedos por estas bandas.
2 - Não apago comentários opostos ao que aqui escrevo, desde que os mesmos se situem dentro do que considero decente e numa linha de urbanidade. Até ao momento nada foi apagado, situação que agradeço a todos os visitantes/comentadores.
3 - A apagar comentários não inseridos na alínea anterior (e considero-me nesse direito porque o blog é meu), publicarei sempre a razão de tal acto que, repito, nunca aqui aconteceu.
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Pelo exposto, mais uma vez peço desculpas ao amigo anónimo pela não publicação do seu comentário, culpa essa que me é alheia, rogando-lhe desde já que reenvie o que "postou".
Já agora agradeço o registo duma identidade de quem quer comentar: é que quem "bloga" gosta de saber quem está do outro lado, mesmo que o conhecimento não seja pessoal