
sábado, 2 de setembro de 2006
O triunfo dos porcos

segunda-feira, 28 de agosto de 2006
Re-forma nu enxino, xá!

sexta-feira, 25 de agosto de 2006
Eis aqui o verdadeiro herói

Não! NÃÃÃÃOOOO! Estão enganados!! O herói é o coiote!
Ao contrário do que sinto pelo Tweety, o canário apaneleirado (apaneleirado sim senhor!) do "post" anterior, a minha admiração pelo coiote não tem limites. O bicho passa a vida a tentar um jantarinho e acaba sempre por levar com um combóio pelas fuças, ou pelo menos um autocarro, quando não vai por aí abaixo (fffiiiiiiiiiiiiiii... pum!) dum desfiladeiro batendo com o espinhaço mesmo lá no fundo.
É que nas histórias do coiote e do bip-bip (a galinha da pradaria que corre pra caraças) não há mais que dois-apenas-dois personagens levados a agir um pelo cru e urgente empurrão da fome, a outra pela necessidade de salvar o pêlo (neste caso as penas).
Aqui não há velha cegueta nem canário hipócrita pra desancar no pobre desinfeliz coitado que apenas tenta ganhar a vidinha de acordo com a prateleira para onde a evolução o atirou (poooorra! mas que frase, hein?). E nenhum dos dois, por isso mesmo, é intrinsecamente (outro palavrão) mau.
Digam-me lá se, mesmo se fosse só pela ausência de diálogos, o coiote e a galinha não eram mil vezes mais interessantes que toda aquela multidão de "actores" das novelas portuguesas.
quinta-feira, 24 de agosto de 2006
Cabrão do pássaro

Olhem lá com atenção. Qualquer um que consiga ler um mínimo que seja de expressão corporal (não é só pra utilizar na mesa do "Luis da Rocha", é também para aplicar), e qualquer um que se digne pertencer ao reino animal e a não ser uma simples couve-lombarda o conseguirá, repara logo que o cabrão do pássaro é um hipócrita, falso, falsário e falsete, queixinhas quanto-não-baste disposto a arruinar 33,33% do seu mais que ínfimo universo (é só ele, mais a velha e o gato) a bem do seu prazer onanista (porra, gaita de palavrão) de ver o pobre desinfeliz do gato levar porrada nos cornos que a velha lhe descamba à custa daquele podre guarda-chuva que nunca mais se parte.
O mundo deu duas voltas

O mundo deu duas voltas (no sentido literal, porque no figurado... ufaaa.) desde que a azinheira entrou para a "blogosfera". Faz hoje dois aninhos que aqui escrevi que "Alguém pode amar o que não conhece?", referindo-me a certa atitude perante a "alentejanidade"; atitude essa de indivíduos nascidos AQUI no Alentejo.