domingo, 10 de setembro de 2006
Não me empurrem, por favor !!!
sábado, 9 de setembro de 2006
Não se faz aos amigos!
É que o zig pôs-me na lista e agora tenho de arrotar com a pastilha, eh eh.
Não é que goste por aí além ou que deteste dar a cara por aquilo em que acredito, ms o mais difícil é arranjar outros seis que respondam também. Passo a explicar o "esquema": cada um dos convidados é convidado a "prantar" aqui seis caracteríticas/manias (manias têm os outros, pra nós é só cólidades) suas, desafiando outros seis a fazer o mesmo. Vai daí que seis elevado ó códrado são logo trinta e seis. Dá um tratado....
Mas aí vai. Não por ordem, porque cada uma completa as outras.
"primêra caratrística" - não creio em milagres, mas se deus existisse saberia como tenho tentado fazê-los. É que é mesmo assim. Todos os dias fazemos o "milagre" de não mandar "áquele sítio" trezentos e vinte e cinco tipos mais parôlos que uma porta, contibuindo assim para que a estupidez continue a grassar por aí impunemente.
"segunda carkística" - adoro pisar a relva. Anda para aí meia dúzia de cretinos a dizerem que não se pode e depois, às duas da manhã, vão lá pôr os lulus a cagar. Os meus sapatos são menos santos que o cu dos cães deles...
"terchêra cartista" - mas quem é essa gente para fingir para os outros (e para eles próprios) que cresceu? Vivem (ou sobrevivem) o dia-a-dia fingindo que não lhes apetece ir jogar ao berlinde com os putos de quem se escondem enquanto espreitam o jogo pelas frestas da janela? Deixem-se de merdas e vão jogar ao berlinde com os gaiatos. Ganhem um pouco de vergonha de vós próprios!
"kuarta ! carratista" - as recordaçõs. Exactamente pela razão que mencionei na "terchêra". Se ninguém vive de recordações só um estúpido consegue viver sem elas. Ou um fingido.
"quinta cara.. crstrí, car... porra, isso aí" - teimo em acordar bem disposto, passar o dia bem disposto, ir para a cama bem disposto. Por mais que isso dôa a quem manda nesta pôrra toda.
"sâista carrecarraterístitica" - fazer de todas as mencionadas e outras tantas a minha filosofia de vida.
Desculpem serem tão telegráfico, mas se me ponho para aqui a responder exaustivamente, são pelo menos seiscentas carra.. caractarim... crastibas.. porra, gaita, essas coisas que o zig pediu!
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Não vou indicar outros seis. Que me desculpe o Zig: peço é que quem quiser (ou tiver coragem para) seguir a corrente o faça, deixando aqui em comentário o link ( e aumentam o número de visitantes no vosso blog, vá lá!)
sábado, 2 de setembro de 2006
O triunfo dos porcos

segunda-feira, 28 de agosto de 2006
Re-forma nu enxino, xá!

sexta-feira, 25 de agosto de 2006
Eis aqui o verdadeiro herói

Não! NÃÃÃÃOOOO! Estão enganados!! O herói é o coiote!
Ao contrário do que sinto pelo Tweety, o canário apaneleirado (apaneleirado sim senhor!) do "post" anterior, a minha admiração pelo coiote não tem limites. O bicho passa a vida a tentar um jantarinho e acaba sempre por levar com um combóio pelas fuças, ou pelo menos um autocarro, quando não vai por aí abaixo (fffiiiiiiiiiiiiiii... pum!) dum desfiladeiro batendo com o espinhaço mesmo lá no fundo.
É que nas histórias do coiote e do bip-bip (a galinha da pradaria que corre pra caraças) não há mais que dois-apenas-dois personagens levados a agir um pelo cru e urgente empurrão da fome, a outra pela necessidade de salvar o pêlo (neste caso as penas).
Aqui não há velha cegueta nem canário hipócrita pra desancar no pobre desinfeliz coitado que apenas tenta ganhar a vidinha de acordo com a prateleira para onde a evolução o atirou (poooorra! mas que frase, hein?). E nenhum dos dois, por isso mesmo, é intrinsecamente (outro palavrão) mau.
Digam-me lá se, mesmo se fosse só pela ausência de diálogos, o coiote e a galinha não eram mil vezes mais interessantes que toda aquela multidão de "actores" das novelas portuguesas.
quinta-feira, 24 de agosto de 2006
Cabrão do pássaro

Olhem lá com atenção. Qualquer um que consiga ler um mínimo que seja de expressão corporal (não é só pra utilizar na mesa do "Luis da Rocha", é também para aplicar), e qualquer um que se digne pertencer ao reino animal e a não ser uma simples couve-lombarda o conseguirá, repara logo que o cabrão do pássaro é um hipócrita, falso, falsário e falsete, queixinhas quanto-não-baste disposto a arruinar 33,33% do seu mais que ínfimo universo (é só ele, mais a velha e o gato) a bem do seu prazer onanista (porra, gaita de palavrão) de ver o pobre desinfeliz do gato levar porrada nos cornos que a velha lhe descamba à custa daquele podre guarda-chuva que nunca mais se parte.
O mundo deu duas voltas

O mundo deu duas voltas (no sentido literal, porque no figurado... ufaaa.) desde que a azinheira entrou para a "blogosfera". Faz hoje dois aninhos que aqui escrevi que "Alguém pode amar o que não conhece?", referindo-me a certa atitude perante a "alentejanidade"; atitude essa de indivíduos nascidos AQUI no Alentejo.
