sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Aloé, regressa que tás perdoado!

ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE ASAE...

Porra. Chateava-me eu quando via publicidade a champôs com aloé vera, detergentes com aloé vera, dentífricos com aloé vera, sabonetes com aloé vera, cuecas com aloé vera, pensos com aloé vera...

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Se alguém se lembra levante o braço

Duvido que alguém se possa gabar de não haver uma única música que o faça, pelo menos, esboçar um sorriso de saudade.
Para mim há uma quantas que me provocam emoções completamente diferentes, mas não contraditórias. Continuo a arrepiar-me de cada vez que ouço o "Grândola", quase que me enraiveço por a vida não se repetir de cada vez que me chega aos ouvidos o "Verão Azul"...
E há sempre, mas sempre, uma música especial que continua a ser especial por mais que os anos passem. Não sei a razão mas sempre achei "sugar baby love" especial; talvez por me relembrar a adolescência, a turma do liceu, o dia seguinte quando se chegava à primeira aula: ouviste ontem os discos pedidos do rádio clube? passaram os rubettes e o cat stevens!
Talvez o melhor seja mesmo nem tentar encontrar uma razão.
Sei que os que escolhi parecem hoje um bocadinho foleirotes, encenadinhos demais; mas liguem lá a mtv: passam horas e horas a ver tipas todas do mesmo género, lábio pintado de dourado, cabelo escorrido, cantando o mesmo tipo de música e todas elas com um annnhhhhh no refrão tipo ajudem-me-que-tenho-prisão-de-ventre.
Coragem e carreguem no botão (vá lá, aprendi hoje a pôr vídeos nisto).

terça-feira, 18 de setembro de 2007

É o destino...

Por que raios mais carga de agúa mais o raio que o parta é que as canecas que a gente põe no micro-ondas, quando o leite já está quente ficam sempre com a asa para o outro lado?

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Quem é quem?


Tanto se me dá que a federação da bola cá do burgo ou a UEFA passem a mão no pêlo do seleccionador nacional, como o agraciem pela defesa do bom nome da sua família, que isto de ser figura pública com a camisola de milionário tem muito que se lhe diga. Sei lá se o sérvio lhe chamou filho da padeira de aljubarrota ou da outra. Também não passou, no meu conceito, de bestial a besta; isso é bom para os fazedores de deuses, vulgo imprensa, e para os bajuladores que num domingo tanto vêem num indíviduo o salvador da pátria como noventa minutos depois o promovem a filho de pai incógnito, com fartas referências ao local de trabalho da mãe, normalmente remetida para a recta de Pegões.

Para mim, Scolari procedeu mal porque figura de referência (e não o deus que me querem vender); procedeu mal porque afinal de contas é humano, apesar de vendido como ídolo - e bem frágeis são os pés destes, muito mais que os dos humanos.

Mas mais grave que o comportamento de Scolari, e a isso não encontrei ainda reacções, é o comportamento dum Presidente da República que "fica triste com a atitude do seleccionador nacional" mas que assobia para o lado quando milhares de licenciados têm de se desenrascar a fazer promoções de iogurtes no modelo, um presidente que apela à formação quando indivíduos que pagaram uma boa pipa de massa e parte dos meus impostos para se formarem têm agora de andar de porta em porta a perguntar se esta semana recebi " a dica do lidl".

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

A Oeste nada de novo.


Não tenho andado com vontadinha nenhuma de escrever seja o que seja.

Tal é a neura que o contador já foi pelos dez mil, o blog fez três anos no passado dia 24 e nem isso me tirou da preguiça.

Nadinha se alterou: a água do lago do jardim continua a cheirar mal; o relógio da piscina, em fim de 2ª época da nova era, continua à espera de pilhas; e a "galgabilidade" do separador da antónio sardinha continua como o ponto G: serve para grandes conferências, uns dizem que sabem tudo, outros que não existe, mas ninguém consegue explicar o que quer que seja.

A Oeste nada de novo. Nem a Norte, nem a Sul, nem a Leste.

Nem aqui tampouco.

domingo, 22 de julho de 2007

Só um cego não vê que Abril está moribundo!


A cada dia que passa me convenço mais e mais que a frase "Abril não morreu" é um chavão e nada mais que isso, algo destinado à publicidade dum dia do calendário em que se desdobra a bandeirinha nacional, guardada com duas bolas de naftalina lá bem no fundo do guarda-fatos; a outra, a que pendurada de cabeça para baixo numa antena de televisão ruçou até se desfazer em farrapos, lá pode continuar até que a seleccção nacional chame novamente a "contra os canhões marchar" um povo para quem o mundo tem exactamente o mesmo diâmetro que uma bola de futebol.
Quando
- "alguém" manda as polícias confiscar material a jornalistas para a partir daí se identificar manifestantes - e logo os menos afoitos começam a congeminar desculpas para não aparecerem lá na próxima vez,
- "alguém" manda o chefe fazer a lista dos grevistas - e logo uns quantos se apressam a tentar justificar a falta do dia de greve com uma "indisposição súbita",
- "alguém" bufa que um colega de trabalho falou mal (sabe-se lá se falou) dum autista político no seu próprio gabinete e o governo não se demarca dessa bufaria
- anda por aí gente que, com a desculpa de tentar "acabar com a difamação" na blogosfera (o que seria legítimo) nada mais pretende do que amordaçar as discordâncias (mas isto já se chama Coreia do Norte?),
talvez seja hora de mudar e assumir que a frase "Abril não morreu" tem irremediavelmente de ser mudada para
Abril NÃO PODE morrer!

Por tudo isto e muito, muito, muito mais, vale a pena relembrar e visitar este "site"

domingo, 15 de julho de 2007

No melhor pano cai a nódoa


Venho dali dos lados do bom gigante e tenho de confessar que há coisas que me dão arrepios. Nada tenho contra "nuestros hermanos" (até tenho ascendentes espanhóis na família) tal como aplaudo o sr. Nobel pela ideia de deixar uns fundinhos para premiar a ciência, a cultura, a paz (ele, o inventor da dinamite). No entanto há quem lhe suba à cabeça certas coisas e depois toca de andar por aí a mandar bojardas. O Rcataluna chama-nos a atenção para um senhor que das duas uma: ou tem o sermão muito bem encomendado ou então deve estar a passar-se dos carretos, coisa que me parece já não ser nova. Repito que nada tenho contra os espanhóis que tiveram uma guerra civil terrível, sairam dela para uma ditadura onde vigorava a pena de morte, e têm hoje em dia uma economia que respira saúde por cada poro, e dão-se ao luxo de ter um governo que não mete o rabinho entre as pernas quando as máfias do futebol querem dar cartas.
Se o processo histórico tem de seguir o seu caminho, independentemente dos retrocessos e alterações de percurso inevitáveis, é claro que as nacionalidades (pelo menos como hoje as entendemos) algum dia serão coisa do passado. Se caminhamos (e ainda bem que sim) para uma Europa sem fronteiras, será que isso implica a perda das independências nacionais e das particularidades políticas de cada nação? Se o desvario (autismo) que nos governa está bem patente será isso caso para nos metermos debaixo das saias de Espanha?
Pela parte que me toca, e apesar de muita coisa, ainda tenho orgulho de ser português. Se o sr. Saramago por aqui passar (Vaya! soy tan importante?) fique a saber que tenho vontade de ler algo seu (admira-se por ainda não ter lido?), mas ao mesmo tempo já me vai faltando estômago para certas declarações suas...
Dassss!