domingo, 25 de janeiro de 2009

Uma pérola

Finalmente

Finalmente tive um bocadinho de tempo para lavar a cara a este "blog". Claro que há muito trabalho ainda a fazer (barra lateral, contadores, e mais umas coisas) mas nada impossível.
E, claro, recomeçar a "postar".
Um abraço e até breve.

sábado, 17 de janeiro de 2009

OBRAS

Estamos em obras.
Há modificações de hora a hora.
Até breve.

domingo, 5 de outubro de 2008

Viva a República


VIVA A REPÚBLICAAA !!!!
(onze e dez da noite, ainda fui a tempo...)

5 de Outubro ou 1º de Abril?

Não há mesmo pachorra...
Ainda pensei estar a sonhar ao ver o telejornal, mas afinal era verdade: na sequência do discurso presidencial afirmou o sr. engenheiro que "...há três anos estávamos numa gravíssima crise financeira... mas está ultrapassada" (mais coisa menos coisa a anedota foi esta).
ESTÁVAMOS, pois...
Estou com tantas náuseas que nem sei se vou jantar.
Vou antes passear o cão.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Duvido que seja desta, mas...


A notícia é do "Público" de hoje e não deixa de me causar um sorriso de satisfação, embora me deixe também dúvidas: por um lado talvez seja bastante tolerante para com as instituções de ensino sob cuja telha se praxa; por outro, será que há coragem para ir em frente e erradicar de vez essa estupidez mongoloidesca?
Não nos esqueçamos que nos poucos casos em que meia dúzia de corajosos que, pública e institucionalmente, levantarem a cabeça, poucos ecos restam. Que é feito da caloira da Escola Agrária de Santarém que conseguiu levar 7 "veteranos" à barra do tribunal a partir duma questão de praxe tão apressadamente desvalorizada na comunicação social pela direcção da escola? E a aluna do Instituto Piaget repreendida pela direcção da escola?
Que irá fazer Mariano Gago quando as escolas começarem a sacudir a "água do capote" negando qualquer conhecimento das situações?
Estamos cá pra ver.




quinta-feira, 15 de maio de 2008

Alguns são mais iguais que outros

É de facto caso para pôr as mãos na barriga e rir até fartar esta atitude do nosso primeiro-ministro se predispor a deixar de fumar. Apanhado com a boca na botija, que é como quem diz: com os beiços num daqueles rolinhos-de-ervas-secas-que-dão-bués-da-massa-ó-estado, apressou-se a anunciar ao mundo que vai deixar o vício. E a malta curtiu, e a malta tá de acordo que assim seja, e a malta até o acha um tipo às direitas (e bem às direitas, porra!).
Mas tá bem, vamos lá falar a sério. O sôr engenheiro puxou do cigarrito, meteu-o entre-beiços e ateou-lhe fogo. Daí não adviria mal ao mundo, e eu (um ex-fumador de 3-maços-3 diários) nada tenho contra o facto. O problema é que a Lei anti-tabaco do seu governo veio cá pra fora duma maneira apalhaçada, tipo anúncio da próxima telenovela; o problema é que o seu governo fez que o chupador de fumo dos rolinhos-de-ervas-secas-que-dão-bués-da-massa-ó-estado fosse visto pelos outros como o gajo do martelo que espetou os pregos nas mãos e pés de Cristo; o problema é que o dono dum estabelecimento que paga pipas e pipas de impostos ao estado nem tem possibilidade de permitir que se fume no seu próprio estabelecimento, mesmo que tal seja bem explicitado à entrada, a não ser que compre o tal equipamento de extracção de fumos que um qualquer afilhado dum qualquer sub-sub-subsecretário vende, não é?
Como se o anúncio da sua intenção (depois de apanhado com a boca nos fumantes) fosse desculpa para o que acabara de fazer.
Também a TAP, numa atitude de subserviência à voz do dono, veio com desculpas esfarrapadas sobre os voos fretados, onde seria permitido fumar. Se tal é verdade, que mo digam... é que a Lei 37/2007 de 14 de Agosto reza que
"...É ainda proibido fumar nos veículos afectos aos
transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos
de passageiros, bem como nos transportes rodoviários,
ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços
expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias,
veículos de transporte de doentes e teleféricos
."
E esteja a aeronave sobre que nação estiver pertence a uma companhia portuguesa e o seu comandante é a autoridade máxima lá dentro.
Portanto, apetece-me gritar que George Orwelll tinha toda a razão quando ecreveu "O Triunfo dos Porcos". Para quem não sabe (será possível?), o Triunfo dos Porcos trata da história duma quinta onde os animais se revoltaram e conseguiram o poder e repartir os lucros do trabalho igualitário sob o lema "Todos os animais são iguais"; só que os porcos, bem defendidos pelos cães, subverteram os ideais colectivos e criaram para si uma nova classe imune a qualquer repreensão. E perveteram os ideais para "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros".
E mais não digo.