quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A glorificação da estupidez



Se há coisas com que não posso, uma delas é a moda que as televisões instituiram de filmar a desgraça e "mande prá cá que a gente passa". Se o telemóvel que filma ou a máquina digital oferecem recursos incalculáveis quando bem utilizados (denúncia de crimes ou momentos divertidos), também servem para aberrações como o "tá a gravar" que a SIC passa, recheadíssimas de cenas mais que fabricadas para a ocasião ou de coisas das quais só alimárias poderão rir: é a criança que cai pela escada abaixo, o vizinho que escorregou de cima do telhado, etc. e tal.
Também a escolha é feita ao molho: no mesmo ramalhete tanto aparece o bombeiro que, com risco da própria vida, salvou a velhinha de morrer no incêndio, como aparece a fulana que não tinha cuecas quando o vento lhe levantou a saia.
Cá por mim, nem "tá a gravar" nem tony carreira. Pronto!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Uma pérola

Finalmente

Finalmente tive um bocadinho de tempo para lavar a cara a este "blog". Claro que há muito trabalho ainda a fazer (barra lateral, contadores, e mais umas coisas) mas nada impossível.
E, claro, recomeçar a "postar".
Um abraço e até breve.

sábado, 17 de janeiro de 2009

OBRAS

Estamos em obras.
Há modificações de hora a hora.
Até breve.

domingo, 5 de outubro de 2008

Viva a República


VIVA A REPÚBLICAAA !!!!
(onze e dez da noite, ainda fui a tempo...)

5 de Outubro ou 1º de Abril?

Não há mesmo pachorra...
Ainda pensei estar a sonhar ao ver o telejornal, mas afinal era verdade: na sequência do discurso presidencial afirmou o sr. engenheiro que "...há três anos estávamos numa gravíssima crise financeira... mas está ultrapassada" (mais coisa menos coisa a anedota foi esta).
ESTÁVAMOS, pois...
Estou com tantas náuseas que nem sei se vou jantar.
Vou antes passear o cão.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Duvido que seja desta, mas...


A notícia é do "Público" de hoje e não deixa de me causar um sorriso de satisfação, embora me deixe também dúvidas: por um lado talvez seja bastante tolerante para com as instituções de ensino sob cuja telha se praxa; por outro, será que há coragem para ir em frente e erradicar de vez essa estupidez mongoloidesca?
Não nos esqueçamos que nos poucos casos em que meia dúzia de corajosos que, pública e institucionalmente, levantarem a cabeça, poucos ecos restam. Que é feito da caloira da Escola Agrária de Santarém que conseguiu levar 7 "veteranos" à barra do tribunal a partir duma questão de praxe tão apressadamente desvalorizada na comunicação social pela direcção da escola? E a aluna do Instituto Piaget repreendida pela direcção da escola?
Que irá fazer Mariano Gago quando as escolas começarem a sacudir a "água do capote" negando qualquer conhecimento das situações?
Estamos cá pra ver.