O "JÁ!" já esteve na moda. Lembram-se dos tempos pré-25-de-novembro? Era o regabofe do JÁ! Já isto, já aquilo. A malta mais nova JÁ nasceu depois, daí que JÁ não compreenda a importância dum JÁ a tempo e horas. Quanto aos menos novos ainda se lembram e JÁ não têm desculpa. É que JÁ me estou a passar dos carretos com a nova deste governo: perguntar à malta casadoira quanto é que o fotógrafo cobrou, quanto pagaram pelo copo-de-água; JÁ agora: ponham lá um contador na gaita da malta: ficavam a saber quantas pinocadas os nubentes JÁ tinham dado.
Cambada de proxenetas (chulos, em português correcto)
segunda-feira, 24 de março de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
sábado, 15 de março de 2008
E a malta vai deixando...
Como não poderia deixar de ser, a ASAE (esse sempre presente substituto do Aloé Vera e do Piredenitionato de Zinco dos champôs anticaspa) vai mais uma vez (ah! valentes) ser chamada ao assunto. É claro que nos intervalos das fiscalizações que (não) fazem à loja do chinês, pois então.
Proponho também regulamentação noutras áreas:
1 - Os batons devem ser apenas de brilho, a fim de não ferir susceptibilades clubísticas.
2 - As mulheres não devem usar as unhas compridas, são um perigo para a sua própria integridade física, além de poderem ser usadas como arma branca.
3 - Os homens serão proibidos de meter a mão no bolso para coçar os "ditos cujos". Além de ser indecoroso, pode provocar o alastramento de micoses.
E preparem-se para ver proibidos os preservativos com sabor a morango (por causa das alergias).
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